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Sexta-feira, Março 25, 2005
Postado
7:04 AM
por PAULO ROBERTO VITIELLO
Étnico, anos 70 e romantismo são tendências para o varejo



Informações são do Senac Moda
Segundo o book de tendências elaborado pelo evento Senac Moda Informação, as idéias a serem seguidas pelo varejo em suas coleções de verão 2005/ 2006 são as seguintes:
ÉTNICO
Se desdobra em dois temas: "África", um encontro entre a África e países latinos; e "Índia", em que a inspiração oriental influencia looks hippie-chic. Neste tema a aposta são tons de verde e marrom, cáftans e túnicas, peças em crochê e bordados. Os acessórios podem ser em madeira ou franjados, com pingentes e cintos de fivelas grandes.
MARES DO SUL
A vibração é tropical em clima resort. A cartela de cores é influenciada pelas cores do mar. As estampas reproduzem conchas, frutas tropicais, florais, coqueiros, pin-ups, surf e Brasil. As peças são clean ou em listras de marinheiro. Os casacos aparecem curtos e desestruturados.
ROMANTISMO
Recria um bucolismo campestre com ingenuidade. Traz decotes, bordados em ponto cruz e rendas de algodão. Neste tema cabem babados, transparências e florais. A cartela de cores é formada por salmão, cru, coral, lilás e rosados. Os tecidos são chifon, cetim e lurex e jeans (para saias).
MODERNIDADE
Esta proposta é minimalista e privilegia a praticidade e o conforto. Os fios surgem metalizados, ao lado de cores neutras e tons pastel. Pólos trabalhadas e regatas são peças relevantes, assim como blusas de mangas curtas. A campanha da Versace com Madonna é uma grande referência.
LONDRES 70
Referências kitsch e psicodélicas da geração hippie. As cores são empoeiradas e com aparência de brechó. A silhueta é alongada e fluida. As estampas são: florais, xadrezes grandes, geométricos e cashmeres. Os estilistas mais influentes são Barbara Hulanicki (Biba), Ossie Clark e Thea Porter.
Fonte: Erika Palomino
Quarta-feira, Março 16, 2005
Postado
6:39 PM
por PAULO ROBERTO VITIELLO
Para aqueles que ainda não conhecem a simbologia textil que deve ser usada em todas as confecções segue abaixo uma tabela:
Sexta-feira, Março 11, 2005
Postado
2:39 PM
por PAULO ROBERTO VITIELLO
ABIT quer salvaguardas contra China
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Josué Gomes da Silva, sugeriu ao governo a adoção de salvaguardas contra as importações de produtos têxteis da China. 'O Brasil pode e deve adotar salvaguardas contra os têxteis da China', afirmou Silva, presidente da Coteminas e filho do vice-presidente José Alencar. Argentina e Estados Unidos já adotaram o instrumento de defesa comercial. Pelas regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil tem direito de aplicar salvaguardas contra produtos chineses até 2009, sem provar dano à indústria doméstica - basta provar a iminência de dano. Silva quer que o governo regulamente e aplique essas salvaguardas, a exemplo do que fizeram a Argentina e os EUA. 'Devemos combater a concorrência desleal, precisamos impor barreiras', disse no seminário 'A emergência da China - Oportunidades e Desafios para o Brasil', realizado ontem pela Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e pelo Conselho Empresarial Brasil-China. Segundo Silva, em 2004 a balança comercial de manufaturados com a China já apresentou déficit, de US$ 1,6 bilhão. 'Este ano, poderemos ter um déficit comercial geral com a China'. Os maiores crescimentos nas importações chinesas em 2004 foram de eletroeletrônicos (514%) e fios sintéticos (mais de 600%). 'A China respondia por 21% das importações brasileiras de têxteis e vestuário em 2002. Em 2004, a participação pulou para 61%.' Silva acusou a China de estar envolvida em comércio ilegal. 'Importadores estão subfaturando produtos que trazem da China para não pagar impostos.' Segundo ele, no ano passado, entraram 60 milhões de luvas no Brasil, por R$ 0,04 cada uma, e calças masculinas a R$ 0,50. 'Os brasileiros importam vestuário chinês a um preço médio 79% inferior ao conseguido por importadores americanos. Somos muito bons negociantes, compramos produtos chineses a 20% do preço que os americanos pagam', ironizou.
TAL PAI, TAL FILHO
Silva aproveitou para alfinetar a política de juros. 'Graças a essa política monetária excessiva, tivemos uma valorização do câmbio que diminuiu a competitividade do setor industrial.' Ele criticou também a proposta de dar à China reconhecimento de economia de mercado. 'A China não pratica economia de mercado', disse, e depois mostrou uma capa da revista Business Week, sobre os falsificados da China. 'Eles estão copiando desde bolsas Louis Vuitton até carros e antibióticos', protestou. Silva deixou claro que a China é muito mais um desafio do que uma oportunidade para o Brasil. A cadeia têxtil registra déficits comerciais seguidos com os chineses desde 1995. Nessa cadeia, o Brasil exporta para a China sobretudo algodão, seda,fibras e juta. No entanto, como os chineses são grandes consumidores, o temor do presidente da Abit é que eles controlem os preços internacionais desses produtos. Colaborou: Paula Puliti
Sonho chinês está se tornando um pesadelo
ANTICLIMA: Parece que a lua-demel com a China acabou. Em 2004, toda semana havia um evento para falar sobre as maravilhosas oportunidades no império chinês. Ontem, o tom era diferente. O seminário 'A emergência da China: oportunidades e desafios para o Brasil' tornou-se um evento anti-China. Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas, acusou o país de pirataria e comércio ilegal. Marcelo de Paiva Abreu, professor de Economia da PUC-RJ, afirmou que a indústria siderúrgica brasileira terá grande competição da China. 'A siderurgia do País está vulnerável por causa do aumento de investimentos no setor, na China', disse. 'A siderurgia chinesa, usando minério de ferro do Brasil, será uma temível competidora das brasileiras.' Para ele, é um 'mistério' o País ter tão poucas ações de defesa comercial contra a China. Até o secretário do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, fez sua observação, ainda que sutil. Segundo ele, o comércio com a China foi essencial para o País alcançar os US$ 100 bilhões de exportações nos últimos 12 meses. 'Neste ano, as vendas para a China estão crescendo pouco e as importações tiveram aumento extraordinário.' E, dirigindo-se ao embaixador chinês, Jinang Yuande: 'A sociedade espera que aumentemos as vendas também.' O vice-presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos, Carlos Pastoriza, disse que a experiência do setor com a China era traumática. 'Só conseguimos exportar uma ou duas máquinas, que eles copiam e vendem aqui, por preço bem menor, imitando até nossas marcas.' O seminário ganhou clima de FlaFlu com o consultor Benny Nilsson, de Santos: 'A China não é uma ameaça, é o novo império econômico do mundo e está em aliança com o Brasil', disse. 'Essas idéias são desses intelectualóides retrógrados que estão falando aqui', disse, referindo-se aos palestrantes. P.C.M.
Superávit do Brasil com chineses deve recuar este ano
PAULA PULITI
O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, disse ontem que o superávit comercial do Brasil com a China pode recuar este ano, embora as exportações continuem crescendo. No ano passado, a balança bilateral foi positiva para os brasileiros em US$ 1,7 bilhão. De acordo com o secretário, que participou do seminário 'A emergência da China, oportunidades e desafios para o Brasil', na BM&F, as importações do Brasil a partir da China tiveram um aumento de 55% nos dois primeiros meses deste ano, atingindo para US$ 649 milhões contra US$ 419 milhões no mesmo período do ano passado. Na mesma base de comparação, as exportações do Brasil para a China cresceram apenas 5,5%, para US$ 670 milhões. Ramalho explicou que o País comprou muito mais bens de consumo da China neste início de ano do que nos primeiros meses de 2005, mas não relacionou esse movimento ao câmbio. 'O intercâmbio entre as empresas está crescendo e os chineses têm trabalhado para elevar o comércio bilateral', justificou o executivo. Ele ressaltou que os embarques de soja brasileira para a China ainda não começaram e que as vendas de minério de ferro diminuíram durante o período de negociações entre a Vale do Rio Doce e a Baosteel, mas devem ser retomadas agora. Durante o seminário, o embaixador da China no Brasil, Jinang Yuande, se queixou do reajuste de 71,5% nos preços do minério de ferro vendido pela Vale do Rio Doce para a chinesa Baosteel. Segundo Jinang, 'o aumento significa muita coisa para a China, que importou 200 milhões de toneladas de minério no ano passado'. O diplomata ressaltou o governo chinês 'não disse nada' sobre a correção de preços para mostrar que é uma economia de mercado. No Rio, a Vale do Rio Doce preferiu não comentar as declarações feitas pelo embaixador chinês. O porta-voz da mineradora informou apenas que a empresa acertou o porcentual de aumento para o produto em conjunto com as siderúrgicas chinesas, lideradas pela gigante Baosteel. Além disso, enfatizou que todos os contratos da companhia na região são de longo prazo. Ou seja, como o volume de encomendas está fixado em contrato, não pode ser reduzido em função do impacto desse reajuste sobre os preços.
Monitoramento
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está criando uma divisão especial para monitorar o comércio entra Brasil e China, informou ontem o presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da entidade, o ex-embaixador Rubens Barbosa. O objetivo da nova área é avaliar,sobretudo, o volume de importações brasileiras. A Fiesp teme que haja uma entrada excessiva de produtos chineses no Brasil, o que prejudicaria a indústria nacional. A nova divisão também terá uma equipe, em fase de formação, para orientar as empresas brasileiras que queiram comprovar danos provocados pelas importações chinesas ou ainda casos de dumping. 'Com essa orientação, os empresários poderão solicitar ao governo brasileiro ações de salvaguardas ou antidumping contra os produtos chineses', disse Barbosa, no seminário.
Fonte: Patrícia Campos Mello
O Estado de S. Paulo SP, 03/03/2005, Economia, B-14
Postado
2:20 PM
por PAULO ROBERTO VITIELLO
SENAI e SEBRAE lançam Caderno de Tendências Primavera/Verão 2005/06
Com o objetivo de fornecer informações atualizadas aos empresários de micro e pequenas empresas, o SENAI-SP, contando com a co-realização do SEBRAE-SP, lançará no próximo dia 29 de março, na Escola SENAI 'EngºAdriano J. Marchini', em São Paulo, o Caderno de Tendências Primavera /Verão- 2005 / 2006. O Caderno contará com informações de tendências para oVestuário Feminino, Masculino, Infantil, Jeanswear, Estampas e Padronagens. Nesse dia após a apresentação das tendências, haverá Palestra visando a aplicabilidade das tendências no processo produtivo da Indústria do Vestuário.
A Elaboração do Caderno está sob a responsabilidade da Escolas SENAI 'Engº Adriano J.Marchini' (Vestuario) e 'Francisco Matarazzo' (Textil). Informações mais detalhadas poderão ser obtidas pelos telefones (11) 3361-3787 e (11) 3227-5852. Haverá ainda o lançamento deste Caderno no Interior de São Paulo, sendo: dia 05 de abril em Cerquilho, com o apoio da Associação Comercial e Industrial de Cerquilho e do Escritório Regional do SEBRAE de Sorocaba. Informações poderão ser obtidas pelo telefone (15) 3284-2075; dia 07 de abril em Americana com o apoio da Escola SENAI 'Profº João Baptista Salles da Silva' e do Escritório Regional do SEBRAE de Piracicaba. Informações poderão ser obtidas pelo telefone (19) 3461-9811; dia 12 de abril em São José do Rio Preto com o apoio da Escola SENAI'Antonio Devisate' e do Escritorio Regional do SEBRAE de São José do Rio Preto. Informações poderão ser obtidas pelo telefone (17) 227-5599
Os Eventos e a Elaboração do Caderno contam com o Apoio do SINDIVEST - Sindicato da Indústria do Vestuário Feminino e Infanto - Juvenil do Estado de São Paulo, do SINDIROUPAS - Sindicato da Indústria do Vestuário Masculino do Estado de São Paulo, do SINDICAMISAS - Sindicato da Indústria de Camisas e Roupas Brancas do Estado de São Paulo, da ABIT e de empresas do setor.
Fonte: Abit
Quinta-feira, Março 10, 2005
Postado
6:49 AM
por PAULO ROBERTO VITIELLO
Milão Verão 2005.
Viagens exóticas estão em alta nas coleções apresentadas em Milão
A ordem da estação é arrumar as malas rumo a países distantes e rechear o closet com muita cor, estampas, bichos, listras e assim criar looks sofisticados ou despojados.
Miuccia Prada desembarcou na Jamaica e apresenta um verão belo em sua estranheza e irônico em suas misturas. Muito marrom foi misturado com cores fortes em listras sofisticadamente rasta. Penas de pavão adornam saias de chiffon e chapéus esquisitões. A silhueta é mais rígida nas saias em A mais curtas ou molenga nos vestidos de um ombro só. Os acessórios continuam um capítulo à parte com chinelos rasteiros e rústicos, colares e apliques coloridos/divertidos, bolsas deliciosas e uma versão preppy bizarra das toucas de crochê jamaicanas. Assim, Prada e Miu Miu batem de frente com a onda frufru romântica e polemizam de novo.
Armani zarpou rumo ao Oriente e apresentou coleções gigantescas (cerca de 150 looks cada!) mirando os novos públicos-alvos da marca. Giorgio abriu recentemente uma filial na China e sua coleção principal foi totalmente ching ling, chique made in China. Para a Emporio, Armani também seguiu para a Índia, como tantos outros, mas com um olhar menos óbvio ao fazer a releitura dos dândis colonos ingleses e suas partidas de cricket. Muito branco pontuado por beges e lilases coloriram seu inusitado verão.
A celebrada dupla Dolce & Gabbana inspirou-se nos safáris africanos e na estética do fotógrafo Richard Avedon, coincidindo com a morte do mesmo. Mulheres-feras invadiram a passarela com todos os bichos da savana e muito sexy appeal. Para a segunda marca, D&G, a dupla encontra Elvis Presley no Havaí, transformando suas modelos em modernas pin-ups saídas dos filmitos technicolor do Rei.
A tão esperada coleção Gucci pós Tom Ford não decolou. Alessandra Facchinetti, ex-assistente de Ford, estreou sob forte pressão mas não emocionou com um verão em versão simplificada da mulher Gucci reinventada pelo então estilista-Midas. A cartela de cores hiper sóbria pesou ainda mais no resultado final. Pena...
Quem também chamou atenção foi Donnatela Versace que, pós internação para tratamento de dependência química (leia-se too much cocaine!), propôs uma mulher bem menos perua, mais clean dentro do estilo superstar. Além de poderosos vestidos para arrasar nos tapetes vermelhos, resgatou as estampas de foulard eternizadas por seu irmão e elaborou peças mais simples com tecidos sofisticados e cores frescas. Ponto para ela: quem sabe a griffe sai do buraco...
No mais, o Brasil continua seduzindo a Itália com muito verde e amarelo, além do biquini cortininha ganhar status de top em looks modernos e chiques.
Entre tititis, viagens distantes, surpresas e decepções, confira o que valeu na semana de moda à milanesa:
CAPPUCCINO: Tons achocolatados fazem o contraponto às cores vibrantes da estação
   
ZOO CHIC: As feras estão soltas outra vez: penas, plumas, peles. Luxo!
   
TUTTI I FRUTTI: As frutas e suas cores inspiram combinações saborosas de tons e texturas
   
NEO BIKINI: Tops cortininha arrasam em produções poderosas para dias quentíssimos!
   
PICCOLO: Shortinhos bem curtos estão com tudo. Só para quem pode...
   
NOTTE DA BRILLARE: Acetinados e shantungs iluminam as noites de verão em Milão
   
VIVA BRASIL!: O verde & amarelo conquista de vez o coração fashion europeu
   
À MODA INDIANA: A Índia continua fascinando as passarelas com seus bordados e shapes amplos
   
Fonte: Moda Almanaque
Sexta-feira, Março 04, 2005
Postado
9:06 PM
por PAULO ROBERTO VITIELLO
Segue agora algumas definições de tecidos.
ACETATO
Nome genérico de vários tecidos produzidos com fios de acetato.
ADAMASCADO
Tecido Jacquard com desenhos formados pela utilização de fios opacos e brilhantes, muito usado para estofamento. Originário da cidade de Damasco. Conhecido também como Damasco ou Damascado.
ALBENE
Tecido para roupas externas produzido com fio de acetato opaco.
ALGODÃO
Nome atribuído a diversos tipos de tecido produzidos com essa fibra, como chita, tricoline, popeline, etc.
ALGODÃOZINHO
Veja Algodão
ALPACA
Tecido barato de algodão ou viscose empregado em forros de roupas. Originário de tecido antigo, fino e brilhante, que era produzido com fios dos pelos da Alpaca.
ANARRUGA
Tecido com efeito enrugado ou plissado no urdume ou na trama, conseguido através da utilização de fios com encolhimentos diferentes. Conhecido nos EUA como Seersucker.
ANGORÁ
Nome genérico de tecidos produzidos com fios de pelo da cabra Angorá. Também conhecido como Mohair.
ANIAGEM
Tecido grosseiro de juta, sisal ou cânhamo usado para sacaria.
ARRASTÃO
Tecido com ligamento aberto formando furos, apresentando baixa gramatura e boa ventilação.
ASTRACÃ
Tecidos que imitam a pele desse animal.
ATADURA
Veja gaze
ATOALHADO
Tecido obtido por fios em forma de laços que emergem da estrutura básica, dando um efeito felpudo em uma ou ambas as faces. Usado em toalhas de banho , roupões, etc. Originário da França; conhecido como Terry nos E.U.A e também com Felpa ou Felpudo no Brasil.
BAETA
Tecido felpudo feito de lã.
BAILARINA
Tecido de malha de poliamida texturizada, de gramatura média.
BANDAGEM
Veja Gaze.
BATIK
Tecido estampado que imita o processo artezanal com mesmo nome.
BATISTA
Tipo de cambraia de linho ou algodão, fino e transparente, com ligamento tela. Nome originado do tecelão francês Jean Baptiste.
BAYADERE
Tecido com listras largas de brilho, cor ou aspecto diferente, no sentido da trama.
BOTONÊ
Tecido fantasia com efeito de coco ralado, produzido com fios fantasia do mesmo nome e que têm pequenas bolotas de fibras enroladas.
BOUCLÊ
Tecido com efeito fantasia de laçadas, resultando numa textura crespa, produzido com fio fantasia do mesmo nome.
BRIM
Tecido grosso em sarja, geralmente de algodão, usado para confecção de calças, blusões, jaquetas, macacões, etc. Veja também Denim e Jeans.
BROCADO
Tecido de seda ou filamentos sintéticos entremeados com fios metálicos com desenhos em alto relevo, nome originado no italiano Broccato.
CALANDRADO
Veja Gaufrê.
CAMBRAIA
Tecido de algodão ou linho leve, com ligamento tela, para camisas e blusas finas, semelhante ao Batista. Nome originado da cidade de Cambraia, França. A cambraia de lã é um tecido mais pesado em ligamento sarja com fios de cores contrastantes no urdume e na trama, usado para ternos.
CAMURÇA
Tecido aveludado de lã feltrada, imitando a camurça natural.
CANELADO
Tecido que apresenta listras verticais ou horizontais em relevo formadas pelo ligamento reps.
CANVAS
Tecido denso de algodão em ligamento tela, usado para calças tipo jeans.
CARPETE
Tecido como tapete, porem produzido em peças para forração sob medida.
CASHMERE
Tecido com estampas de medalhões, originário da Índia.
CASIMIRA
Tecido de lã ou lã/poliester, usado para a confecção de ternos, saias, tailleurs, etc.
CETIM
Tecido de aspecto brilhante e liso, com toque macio, obtido com o ligamento de mesmo nome. O efeito é conseguido a partir do desligamento dos fios de trama no direito do tecido.
CHALLIS
Tecido produzido com viscose fiada, originário da Índia; significa em Indú de toque agradável.
CHAMALOTE
Tecido com efeito de ondas obtidas por meio de calandragem. O mesmo que Moiré.
CHAMBRAY
Tecido similar ao índigo (jeans) , porém com ligamento tela, de gramatura média.
CHAMOIX
Veja Camurça.
CHAPE
Tecido produzido com fios de resíduos de Seda.
CHARMEUSE
Tecido cetim crepe, com uma trama suplementar no avesso.
CHENILLE
Tecido felpudo de Algodão, usado para colchas e roupões.
CHEVIOT
Tecido de lã originário de carneiros da raça de mesmo nome, da Escócia. Estende-se esse nome a outros tecidos de lã com aspecto e toque semelhantes.
CHEVRON
Tecido de ligamento espinha de peixe, de origem francesa, que imita o desenho do chevron (divisas militares), muito usado em confecções masculinas.
CHIFFON
Tecido muito fino e transparente de seda ou de filamentos químicos bem torcidos para confecções femininas. Nome originário do francês, que significa trapo.
CHINTZ
Tecido de algodão brilhante por calandragem, muito usado em tapeçaria e estofamento.
CHITA
Tecido leve de algodão cardado, geralmente estampado em varias cores.
CHITÂO
Tecido chita mais grosseiro.
CIRÊ
Tecido com superfície brilhante, resultado de acabamento por calandragem. Conhecido também como Laquê ou Glacê.
CLIDELIA
Tecido de viscose fiada leve, com ligamento sarja, semelhante a Flanela.
CLOQUÊ
Tecido encrespado de seda originário da França.
COINIZADO
Tecido resultante da colagem de 2 tipos diferentes de tecidos.
CORDUROY
Veja cotelê (veludo).
COTELÊ
Tecido forte originário da Inglaterra, com estrias (costelas)verticais. Refere-se também a tecido de veludo com o mesmo efeito (corduroy).
CREPE CETIM
Crepe da China com ligamento cetim.
CREPE DA CHINA
Tecido crepe muito fino e leve de seda, tinto ou estampado, originário da China.
CREPE DE LÃ
Tecido de fio de lã penteada muito torcido.
CREPE GEORGETTE
Tecido crepe muito leve e transparente de seda ou fios químicos, originário da França.
CREPE MARROCAIN
Tecido crepe originário de Marrocos, similar ao Crepe da China, todavia mais pesado e mais granulado.
CREPE MOUSSE
Tecido crepe originário da França, com ligamento granitê para acentuar a textura granulada.
CREPE ROMAIN
Tecido crepe originário da Itália, similar ao Crepe Georgette, porém em ligamento Panamá.
CREPE SUSETTE
Crepe Georgette, porém com fios de um só sentido de torção.
CREPE
Tecido com aspecto granulado e toque áspero obtido com fios químicos ou naturais com alta torção. Nome derivado da palavra francesa crêpe que significa crespo. Produzido geralmente com fios dispostos alternadamente 2S e 2Z na trama e no urdume.
CREPOM
Tecido crepe de algodão com aspecto plissado ou ondulado no sentido do urdume.
CRETONE
Tecido fechado de algodão com ligamento tela, usado para lençóis e fronhas. Do Francês Cretone.
CRISTAL
Tecido com efeito, de brilho que lembra o cristal
CRU
Nome genérico dado a tecidos, geralmente de algodão, com aspecto rústico, que não foram submetidos a processos de beneficiamento, além da purga.
DAMASCADO
Veja adamascado.
DAMASCO
Veja adamascado.
DENIM
Tecido pesado de algodão cru ou com fios de urdume tintos em índigo e fios de trama brancos em ligamento sarja 2X1 ou 3X1 muito usado para calças Jeans. Denim deriva da cidade francesa Nimes; em inglês significa Brim.
DEVORÊ
Tecido que apresenta desenhos com efeitos de transparência, produzido a partir de um tecido com fio celulósico binado com um fio de filamentos sintéticos, estampado com produto corrosivo que destroi a fibra celulósica.
DIAGONAL
Tecido em ligamento sarja com riscas diagonais bem nítidas.
DOUBLE-FACE
Tecido com faces reversíveis, podendo ser usado tanto pelo direito como pelo avesso. Pode-se chamar também pelo nome em português Dupla-face.
DUPLA-FACE
Veja Double-face.
EMBORRACHADO
Tecido com aplicação de resina, apresentando um aspecto de cobertura de borracha.
ENTRETELA
Tecido de algodão endurecido com goma, usado para forros, cós, etc.
EPONGE
Veja esponja.
ESCOCÊS
Tecido originário da Escócia, , em Sarja ou Tela xadrez de cores variadas. Também conhecido como Tartan, servia para identificar as varias clãs.
ESPINHA DE PEIXE
Tecido com ligamento sarja quebrada, resultando num efeito zig-zag semelhante às espinhas de peixe.
ESPONJA
Tecido de algodão ou ravon com aparência grosseira e peluda.
ESTAMPADO
Nome genérico dado a tecidos que foram submetidos a estampagem a quadros, cilindro ou termo- transferência.
ETAMINE
Tecido leve de lã, também conhecido como lãzinha.
FAILLE
Tecido fino e macio, de seda ou filamentos químicos, com nervuras no sentido da trama.
FAILLETE
Variação mais fina do tecido Faille.
FALSO GIRO
Tecido que imita o Giro Inglês, apresentando pequenos espaços entre o ligamento dos fios de urdume com os de trama.
FELPA
Veja Atoalhado. Do italiano Felpa.
FELPU
Veja atoalhado.
FELTRO
Tecido de fibra de lã produzido por feltragem e empastamento,usado para agasalhos, bolsas, chapéus, etc.
FIL-A-FIL
Tecido com listras verticais muito finas causadas pelo uso de um fio de cor e um fio branco intercaladamente tanto no urdume como na trama.
FLAMÊ
Tecido produzido com o fio fantasia de mesmo nome, que apresenta pontos mais grossos e pontos mais finos.
FLANELA
Tecido de algodão ou lã, geralmente xadrez de ligamento sarja, acabamento escovado.
FLOCADO
Tecido de algodão fino como Cambraia, estampado com flocos de fibras curtas de rayon que são aderidos com cola.
FUSTÂO
Tecido pesado de algodão com ligamento reps, formando estrias no sentido do urdume. Originário do Egito, conhecido como Fustan.
GABARDINE
Tecido de algodão ou lã puros ou com poliester, com ligamento sarja 2X1 ou 2X2, que produz um efeito diagonal acentuado. Originário da Espanha, significa "proteção climática".
GAUFRÊ
Tecido calandrado a quente com cilindros cravados para obter efeitos de relevos.
GAZE INGLESA
Tecido aberto, produzido com ligamento Panamá, imitando a estrutura de um cesto.
GAZE
Tecido bem leve e aberto de algodão cardado, com armação tela, usado atualmente em bandagens, ataduras e outros fins hospitalares. Também conhecido como Bandagem.
GINGHAN
Tecido listrado ou xadrez em algodão, lã ou fibras químicas. Originário da Malasia significa "tecido de algodão das Indias Orientais".
GIRO INGLÊS
Imitação da Gaze inglesa. Tecido leve e transparente que não esgarça, com estrutura aberta amarrada por fios de urdume que se cruzam como malhas. Conhecido também como Leno, é originário de Laon, França.
GLACÊ
Veja Cirê. Tecido de seda que tem, no manuseio, um barulho semelhante a papel amassado.
GOBELIN
Tecido com desenho Jacquard onde os fios de urdume deixam aparecer a trama mais clara ou mais escura provocando um efeito glacê. É um estilo de tecido muito usado em decoração, rico em detalhes e cores. Originário da França, era produzido pelos artesãos reais chamados Gobelins.
GORGURÃO
Tecido encorpado, de algodão, viscose, seda e outros fios mistos, que apresentam um efeito canelado geralmente no sentido da trama, muito usado para calças e estofamento.
GRANITÊ
Tecido com aspecto de crepe ou granito, produzido com os mais variados tipos de fibras, obtido por ligamento especifico, pela utilização de fios com elevada torção, ou por ambos. Também conhecido como Musse.
GUIPIRE
Tecido imitando renda fina feita à mão.
GRISETTE
Tecido rústico de lã, fechado e pesado
HELANCA
Tecido elástico para calças e bermudas, produzido com fio de poliamida texturizado por falsa torção geralmente colocado na trama. Nome derivado de marca registrada do fio texturizado.
HONEYCOMB
Veja Vinho de Abelha.
IKATE
Tecido em que os fios de urdume são estampados antes de tecerem, produzindo um desenho quando se entrelaçam com a trama no tear.
ÍNDIGO
Veja Jeans.
JACQUARD
Tecido cujo nome deriva de Joseph Marie Jacquard, o francês que inventou o aparelho que possibilita ligamentos praticamente independentes para cada fio de urdume, resultando em desenhos grandes, detalhados e com grande combinação de cores.
JAVANESA
Tecido em ligamento tela, com fio de filamento de Viscose no urdume e fio de Viscose fiado na trama, muito usado em moda feminina.
JEANS
Antigo nome inglês do fustão em Sarja, também conhecido como Brim ou Denim.
JERSEY
Tecido de malha leve e de ligamento simples, muito usado para lingerie.
JUTA
Nome genérico de vários tecidos produzidos com fios de juta.
LAISE
Tecido leve de algodão, com aplicação de bordados. Originário da França.
LAMÊ
Tecido brilhante originário da França, fabricado com fio de seda ou de filamentos químicos, usado para moda feminina e Carnaval.
LAQUÊ
Veja Cirê.
LAWN
Tecido fino e suave de algodão penteado, assemelha-se a uma Cambraia. Originário da cidade francesa de Lyon.
LAZINHA
Veja etamine.
LENO
Veja Giro-Inglês.
LINGERIE
Tecido de seda ou de filamentos químicos, usado em roupas intimas femininas e também em blusas e vestidos.
LINHO
Tecido de peso médio produzido com essa fibra ou com Rami, puros ou mistos, em ligamento tela ou cetim, para uso em ternos.
LISTRADO
Nome genérico dado a tecidos com listras estampadas ou de fios tintos, no sentido do urdume ou no sentido da trama
LONA
Tecido de algodão muito pesado e fechado, com ou sem acabamento impermeabilizante, usado para encerados, barracas, etc.
LONITA
Tecido consistente de algodão liso ou xadrez, usado para jaquetas, capas, etc.
LYCRA
Nome genérico de vários tecidos elásticos produzidos com fios contendo elastano.
MADRAS
Tecido originário de Madras, na Índia, tem efeito xadrez com listras de varias larguras em cores vivas.
MAQUINETADO
Nome genérico de diversos tecidos com ligamentos trabalhados de grande rapport, produzidos em teares com Maquineta.
MARQUISETTE
Tecido de cortina leve e transparente.
MATELASSÊ
Tecido com efeito em alto relevo, dando uma aparência de acolchoado. Normalmente emprega-se uma trama especial de enchimento, que dá o toque fofo característico.
MELTON
Tecido bastante fechado e felpudo originário da cidade de Melton, Inglaterra, produzido com fio de lã cardada, usado em roupas de inverno.
MICROFIBRA
Nome genérico dado a tecidos de poliamida ou poliester, obtido a partir de fios com filamentos individuais iguais ou menores do que 1 Denier.
MOHAIR
Veja Angorá.
MOIRÉ
Veja Chamalote.
MORIM
Tecido de algodão cardado, de construção leve, muito usado para forro.
MUSSE
Veja Granitê.
MUSSELINE
Tecido originário de Mawsil, Turquia, muito leve e transparente, produzido com fio de seda ou de filamentos químicos, com alta torção.
NINHO DE ABELHA
Tecido com aparência de colméia em relevo. Também conhecido com favo de mel. Originário da França (Nid d'abeilles), é conhecido em inglês como Waffle ou Honeycomb.
NYLON
Nome genérico de vários tecidos produzidos com fios de poliamida.
OTOMANO
Tecido originário da Turquia, caracteriza-se por nervuras acentuadas no sentido da trama, devido ao ligamento reps.
OXFORD
Tecido originário de Oxford, Inglaterra, de algodão, com ligamento tela, e com densidade idêntica de urdume e trama.
OXFORDINE
Variação do tecido Oxford, leve, de algodão e produzido com fio branco no urdume e tinto na trama, usado em camisaria.
PATCHWORK
Tecido resultante da emenda de pequenos retalhos de vários tipos, com cores e estampas contrastantes, de aspecto similar à "colcha de retalhos".
PANAMÁ
Tecido brilhante, de lã puro ou misto, com ligamento Panamá, originário do país de mesmo nome. Muito usado para roupas externas masculinas.
PELE DE PÊSSEGO
Tecido produzido geralmente com poliamida, cuja face sofreu uma escovagem, imitando a maciez da casca do pêssego.
PELÚCIA
Tecido de veludo felpudo, com pelugem de fibras químicas muito compridas, imitando o pelo de animais.
PERCAL
Tecido leve de algodão puro ou misto, geralmente estampado, com ligamento tela, muito usado para lençóis. Originário da Pérsia (pargalati).
PERCALINE
Tecido percal engomado.
PIEDE-deCOQ
Tecido semelhante ao Pied-de-poule, porém com efeitos geométricos maior.
PIED-DE-POULE
Tecido em quadriculado geométrico, imitando os dedos dos pés de galinhas.
PIQUÊ
Originário da França, significa picado. Apresenta saliências n a forma de pequenos losangos uniformemente distribuídos pela superfície do tecido.
PLISSADO
Tecido sintético ou misto, que foi submetido a formação de vincos pelo calor, resultando em efeito característico. Conhecido também como Plissê, nome francês.
PLISSÊ
Veja Plissado.
POÍS
Tecido estampado com bolinhas.
POLIESTER
Nome genérico de vários tecidos produzidos com fios de Poliester.
PONGEE
Tecido de seda crua com aspecto irregular, originário da China, que significa 'tear doméstico".
POPELINE
Antigamente chamado Papeline, ou tecido do Papa e fabricado em Avignon na França. É uma tela de algodão puro ou misto, de peso médio, muito usada na confecção de calças e bermudas.
PRÍNCIPE DE GALES
Tecido para vestimenta, em lã ou outras fibras, com ligamento sarja e motivos xadrezes elegantes.
QUADRICULADO
Veja xadrezRAMI
Nome atribuído a diversos tecidos produzidos com essa fibra. Comumente chamado impropriamente de linho.
REPS
Veja Canelado.
RISCA DE GIZ
Tecido com listras finas, geralmente de cores claras sobre fundo escuro.
RÚSTICO
Tecidos de aspecto rústico produzidos com o emprego de ligamentos e fibras apropriadas, muito usados em decoração.
SARJA
Tecido de lã, algodão ou mistos, com ligamento sarja, apresentando estrias no sentido diagonal.
SEDA
Nome atribuído a diversos tipos de tecidos produzidos com essa fibra como tafetá, cetim, crepe, etc.
SEERSUCKER
Veja Anarruga.
SERGE
Tecido pesado de seda ou lã, com ligamento sarja, originário da Itália, tem o nome derivado da palavra Serica.
SHANTUNG
Tecido originário de Chan-tung, China, produzindo com fio de seda ou filamentos químicos no urdume e trama mais grossa de fio com efeito Flamê, muito usado para roupas e para estofamento.
SHETLAND
Tecido produzido com a lã do carneiro de igual nome, da Escócia, empregado em roupas esportivas.
SURAH
Tecido sarja de seda originário de Suran, Índia.
TAFETÁ
Tecido muito antigo, tem esse nome originado na palavra persa Taftan, com ligamento tafetá ou tela, geralmente feito com fios de seda ou filamentos químicos.
TALAGARÇA
Tecido de algodão com ligamento aberto, apresentando um aspecto furado, com acabamento engomado, próprio para aplicação de bordados.
TAPETE
Tecido grosso, em lã pura ou mista, geralmente Jacquard, para decoração ou forração.
TARTAN
Veja Escocês. Originário da Espanha significa "tecido da Tartaria".
TERGAL
Nome genérico de tecido produzidos com fios puros ou mistos de poliester de marca Tergal.
TRICOLINE
Tecido de algodão penteado puro ou misto, liso, estampado ou xadrez de peso ligeiramente maior do que a Cambraia, muito usado em camisaria.
TRICOTINE
Nome derivado da palavra tricot, é um tecido tipo gabardine de lã, usado para ternos.
TROPICAL
Tecido fino de lã pura ou mista, com ligamento tela, usado para ternos.
TUBIC
Tecido duplo que tem como característica a existência de um colchão de ar entre as duas camadas, resultando num isolamento da temperatura.
TUSSOR
Tecido leve, de seda.
TWEED
Tecido originariamente produzido na região de Tweed, Escócia, produzido com fios cardados de lã com duas ou mais cores, em ligamento tela ou sarja 2X2, muito usado para paletós e sobretudos.
TWILL
Tecido fino de lã com ligamento sarja.
VELUDO
Tecido de algodão, viscose ou acetato, com pelos cortados, formando um superfície suave e macia que pode ser lisa ou formando canaletas (cotelê ou corduroy). Nome originário da palavra italiana Veludo.
VOAL
Veja Voile.
VOILE
Conhecido também com o nome aportuguesado Voal, uma corruptela Francesa da palavra italiana Vela. Muito parecido com a Musseline, é produzido com fios muito finos altamente torcidos e com baixa densidade, resultando numa aparência fluida, leve e transparente. Muito usado para cortinas.
Waffle: Veja Ninho de Abelha.
XADREZ
Nome genérico dado a tecidos das mais variadas matérias primas que apresentam motivos xadrezes por estampagem ou por utilização de fios tintos.
ZUARTE
Tecido Brim rústico de algodão mesclado.
Postado
8:52 PM
por PAULO ROBERTO VITIELLO
Estou a aproximadamente 15 anos no mercado de tecidos para confecções de roupas e represento diversas empresas, tanto em malharia como em tecidos plano.Estarei disponibilizando aqui informações sobre tendências e respondendo a perguntas sobre moda (se eu não souber vou atrás para descobrir), e coloco-me a disposição de vocês através deste blogger, do meu site (www.malharia.kit.net), ou por email (prvitiello@globo.com).
Voltamos a nos falar em breve.
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